
Em 2025, ficou claro que os criminosos digitais não perderam tempo em estudar as tecnologias emergentes para usá-las a seu favor. De acordo com o Microsoft Digital Defense Report 2025, o Brasil é o terceiro país mais atacado por hackers nas Américas. O desafio, porém, não está apenas no volume, como também na sofisticação dos ataques, com automação avançada e fraudes impulsionadas por inteligência artificial.
Apesar desse cenário, o Brasil se destaca como referência global em cibersegurança, com nota máxima em medidas legais, técnicas e de cooperação internacional. O país é um dos dois da América Latina classificados no “Tier 1” do Índice Global de Cibersegurança (GCI) da União Internacional das Telecomunicações (UIT), na sua 5ª edição. Diante dessa contraditória realidade, precisamos descobrir quais são as falhas que se tornam portas de entrada para os criminosos digitais.
Em junho deste ano, o país sofreu um golpe histórico no sistema financeiro nacional: a C&M Software, empresa responsável pela interligação de instituições financeiras ao Sistema de Pagamentos Brasileiro, foi comprometida por um grupo criminoso que desviou mais de R$500 milhões de contas públicas.
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