Rebranding: por que mais marcas estão mudando de pele?
Em tempos em que o rebranding se tornou quase um rito de passagem para companhias que desejam manter-se relevantes, temos visto uma crescente popularização desse movimento. De acordo com estudo da Hanover Research, 75% das empresas passaram por uma reformulação de marca desde 2020. Portanto, mais do que uma tendência estética, trata-se de uma resposta estratégica a transformações profundas nos mercados, modelos de negócio e, principalmente, na percepção do público.
Não por acaso, nomes como Dunkin’, que deixou o “Donuts” para trás ao assumir uma identidade mais enxuta e versátil, sinalizam que repensar a própria identidade é também uma forma de projetar o futuro. Ainda assim, é importante lembrar que nem todo rebranding traz os resultados esperados. A Jaguar, por exemplo, ao anunciar sua transição para uma marca exclusivamente elétrica, gerou controvérsias entre clientes e analistas. Um caso que mostra que, mesmo quando bem-intencionado, o reposicionamento pode gerar ruído ou resistência.
Vale destacar que o impulso para mudar pode surgir de diferentes origens, como reposicionamento estratégico, fortalecimento e crescimento dos negócios, ampliação de portfólio, mudanças de público-alvo, internacionalização, fusões e aquisições, crises reputacionais ou simplesmente o envelhecimento do nome ou identidade visual. Em muitos casos, o novo nome é uma forma de consolidar o que o mercado já havia consagrado. Foi o que aconteceu com a Federal Express, que se tornou oficialmente FedEx, adotando a forma como seus clientes já a chamavam. Nesse caso, a mudança foi simples, mas poderosa: assumiu a familiaridade da marca e a transformou em identidade oficial.
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